sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Calcinha Amarela no Metrô



Ontem, a caminho do metrô, eu vi a coisa mais esdrúxula que jamais imaginei ver pessoalmente.

Um homem, jovem, aparentando uns 30 anos, de mochila nas costas, trajando um jeans, camiseta amarela e tênis. Uma pessoa comum.

Ele caminhava na mesma rua que eu, ia na minha frente em direção à estação do metrô. Atravessou as ruas nos mesmos lugares que sempre atravesso, ia na mesma velocidade. Fui andando tranquilamente, seguindo seu vácuo.

Quando inesperadamente, o dito resolve dar uma "coçadinha" nas costas. Ele apenas pôs a mão para trás, levantou um pouco a camisa e... Então eu vi.


Calcinha amarela, de rendinha, fio dental.

Botei a mão na boca para segurar o queixo, reprimir a risada. Quase tropecei.

Não era possível. Pensei que poderia ter me enganado. Mas ele continou coçando as costas, e eu logo atrás, percebi que era rendada na lateral. Um calcinha larga, mas que ia se estreitando conforme convergia... Inconfundivelmente diferente de uma cueca.

Talvez até estivesse pagando uma aposta, uma promessa, um fetiche para a namorada ou, simplesmente, um mico. Cada tipo que aparece no metrô...